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Sábado, 02 de Maio 2026

Polícia

Antes do chiclete, a violência: piloto já havia aplicado mata-leão em outro jovem no DF

Registro policial de 2025 revela histórico de agressões envolvendo Pedro Arthur Turra Basso, hoje investigado por deixar adolescente em estado gravíssimo.

Conexão ES Redação
Por Conexão ES Redação
Antes do chiclete, a violência: piloto já havia aplicado mata-leão em outro jovem no DF
Reprodução/Redes Sociais
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A agressão que deixou um adolescente de 16 anos internado em estado gravíssimo após uma briga por causa de um chiclete, no Distrito Federal, não foi um episódio isolado. Meses antes, em junho de 2025, o piloto Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos, já havia sido denunciado por espancar outro jovem, incluindo a aplicação de um mata-leão, segundo registro da Polícia Civil do DF (PCDF).

O caso anterior voltou ao centro das atenções após a nova ocorrência, registrada na noite de quinta-feira (22/1), em Vicente Pires, reacendendo o debate sobre reincidência, responsabilização penal e a resposta do sistema de Justiça.

A agressão registrada em 2025

De acordo com o boletim de ocorrência de 28 de junho de 2025, Pedro Turra teria agredido um jovem que estava sozinho em uma praça de Águas Claras. O piloto chegou ao local acompanhado de quatro amigos e teria confrontado a vítima de forma agressiva, motivado por um desentendimento antigo envolvendo sua então namorada.

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Após cerca de dez minutos de conversa, o piloto teria dito que “estava tudo certo”. No momento em que a vítima virou de costas para ir embora, foi atingida por um soco na costela, caiu no chão e passou a sofrer novas agressões.

Mata-leão e sequência de socos

Ainda conforme o registro policial, enquanto estava no chão, o jovem sofreu um mata-leão, conseguindo evitar o enforcamento por pouco. Mesmo assim, recebeu diversos socos no rosto durante cerca de cinco minutos.

Com receio de reagir e ser atacado pelos demais presentes, a vítima não revidou. Os amigos do piloto não participaram diretamente da agressão, mas cercaram o jovem e assistiram à cena, segundo o relato.

As agressões só cessaram quando os próprios amigos de Pedro o retiraram de cima da vítima, que conseguiu fugir do local.

Inquérito foi reaberto

A 21ª Delegacia de Polícia (Águas Claras) reabriu o inquérito referente à agressão de 2025. A Polícia Civil avalia agora a conexão entre os episódios e o padrão de comportamento violento atribuído ao piloto.

A defesa de Pedro Arthur Turra Basso foi procurada, e o espaço segue aberto para manifestação.

O caso do chiclete e a vítima em estado gravíssimo

Na noite de 22 de janeiro, Pedro se envolveu em uma briga com um adolescente de 16 anos após jogar um chiclete mascado em um amigo do menor. Vídeos mostram o momento em que o piloto desfere um soco que faz o adolescente bater a cabeça em um carro, perdendo as forças logo em seguida.

O jovem foi levado ao Hospital Brasília, em Águas Claras, onde permanece intubado. Segundo familiares, ele sofreu uma parada cardiorrespiratória de 12 minutos e apresentou vômito com sangue ao ser socorrido.

A escola onde o adolescente estuda divulgou nota afirmando que o quadro é “extremamente delicado” e “considerado irreversível”.

Liberdade provisória e repercussão

Pedro Turra chegou a ser preso pela 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires), mas teve a prisão convertida em liberdade provisória após audiência de custódia, mediante o pagamento de fiança de R$ 24 mil.

Nas redes sociais, o piloto exibia uma rotina de alto padrão de vida, com imagens ao volante de Ferrari, Porsche 911 Carrera e Lamborghini, o que ampliou a repercussão do caso e gerou questionamentos públicos sobre impunidade.

O que você precisa saber

  • Investigado: Pedro Arthur Turra Basso, 19 anos

  • Ocorrência anterior: Agressão com socos e mata-leão em junho de 2025

  • Local do registro anterior: Praça em Águas Claras (DF)

  • Situação do inquérito: Reaberto pela 21ª DP

  • Caso recente: Briga por chiclete em Vicente Pires (22/1)

  • Vítima atual: Adolescente de 16 anos, internado em estado gravíssimo

  • Estado de saúde: Intubado; parada cardiorrespiratória de 12 minutos

  • Decisão judicial: Liberdade provisória mediante fiança de R$ 24 mil

  • Investigação: Polícia Civil do Distrito Federal

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