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Sábado, 02 de Maio 2026

Polícia

Caso Cão Orelha: adolescentes retornam dos EUA e polícia apreende celulares

nvestigados desembarcam em Santa Catarina após viagem à Disney; aparelhos serão periciados para esclarecer dinâmica das agressões.

Conexão ES Redação
Por Conexão ES Redação
Caso Cão Orelha: adolescentes retornam dos EUA e polícia apreende celulares
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A investigação sobre a morte do Cão Orelha, em Florianópolis (SC), avançou nesta quinta-feira (29). Dois dos quatro adolescentes investigados retornaram dos Estados Unidos e, logo após o desembarque, tiveram os celulares apreendidos pela Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC). Os jovens também foram intimados a prestar depoimento, medida considerada estratégica para o esclarecimento do caso que mobilizou o país.

Retorno ao Brasil e medidas imediatas

Os adolescentes haviam viajado para Orlando (EUA) dias após o episódio de violência que resultou na morte do animal comunitário da Praia Brava, onde passaram período em parques temáticos. Com o retorno ao Brasil, a PCSC cumpriu as diligências já programadas: apreensão dos aparelhos eletrônicos e intimação formal para oitiva.

Segundo a polícia, o material será submetido à perícia técnica, com foco em mensagens, registros de imagem e possíveis indícios que ajudem a reconstruir a dinâmica das agressões e a identificar eventual participação de outros envolvidos.

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O ataque que gerou comoção

Orelha, conhecido e cuidado informalmente por moradores da Praia Brava, foi brutalmente agredido no início de janeiro. Socorrido e encaminhado a atendimento veterinário, o cão não resistiu aos ferimentos e precisou ser submetido à eutanásia. O episódio provocou forte repercussão nas redes sociais e mobilizou entidades de proteção animal e a comunidade local.

A identificação dos investigados ocorreu a partir de imagens de câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas. Em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), as identidades não são divulgadas.

Nova linha de apuração: possível segundo caso

Além do ataque que vitimou Orelha, a Polícia Civil apura se o mesmo grupo estaria envolvido em outra ocorrência de maus-tratos, relacionada a um cão caramelo, que teria sido jogado ao mar na mesma região. A hipótese é investigada em paralelo e pode ampliar o escopo do inquérito.

Próximos passos da investigação

Com a análise dos celulares e os depoimentos, a PCSC pretende consolidar provas técnicas para definir responsabilidades e enquadramentos legais. Caso confirmada a participação dos adolescentes, as medidas seguem o que prevê o ECA, com aplicação de medidas socioeducativas compatíveis com a gravidade dos fatos.

O que você precisa saber

  • Caso: morte do Cão Orelha, em Florianópolis (SC)

  • Investigados: quatro adolescentes (identidades preservadas pelo ECA)

  • Novidade: dois retornaram dos EUA nesta quinta (29)

  • Medidas: celulares apreendidos e depoimentos intimados

  • Objetivo da perícia: esclarecer a dinâmica das agressões e identificar outros envolvidos

  • Linha paralela: apuração de possível tentativa de afogamento de um cão caramelo

  • Status: investigação em andamento pela Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC)

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