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Sábado, 02 de Maio 2026

Polícia

Caso Daiane: filho do síndico é acusado de destruir provas e obstruir investigação

Polícia aponta atuação direta de Maicon Douglas para ocultar evidências do assassinato da corretora em Caldas Novas.

Conexão ES Redação
Por Conexão ES Redação
Caso Daiane: filho do síndico é acusado de destruir provas e obstruir investigação
Divulgação / Redes Sociais
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A investigação sobre o assassinato da corretora Daiane Alves de Souza, em Caldas Novas (GO), ganhou um novo e grave desdobramento. A Polícia Civil de Goiás acusa Maicon Douglas Souza Oliveira, filho do síndico Cléber Rosa de Oliveira, de ter atuado diretamente na obstrução da Justiça e na destruição de provas relacionadas ao crime que chocou a cidade.

Segundo os investigadores, Maicon teria desempenhado papel ativo para dificultar o esclarecimento dos fatos, inclusive com ações planejadas para apagar rastros que pudessem ligar pai e filho ao desaparecimento e à morte da corretora.

Compra de celular e apagamento de informações

De acordo com a Polícia Civil, um dos pontos centrais da apuração envolve a aquisição de um novo aparelho celular por parte de Maicon. O dispositivo teria sido utilizado para coordenar ações com o pai, Cléber Rosa de Oliveira, com o objetivo de descartar mensagens, dados e possíveis registros que comprometessem os investigados.

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A estratégia, segundo a polícia, buscava criar uma barreira digital às investigações, dificultando o rastreamento de comunicações e movimentações após o crime.

Pai e filho seguem presos preventivamente

Cléber Rosa de Oliveira, síndico do prédio onde Daiane foi vista pela última vez, e o filho, Maicon Douglas, permanecem presos preventivamente. A decisão judicial considerou o risco à investigação, diante da suspeita de interferência direta no curso do inquérito.

A perícia técnica segue analisando celulares, dispositivos eletrônicos e outros materiais apreendidos, que podem ser decisivos para confirmar a extensão da participação de Maicon na tentativa de encobrir o crime.

Investigação avança para esclarecer responsabilidades

Para a Polícia Civil, o foco agora é mapear a dinâmica da obstrução, identificar todos os atos praticados após o homicídio e apurar se houve participação de terceiros. O inquérito caminha para a fase final, com expectativa de novos desdobramentos a partir dos laudos periciais.

O caso segue sob responsabilidade das equipes especializadas, que tratam o episódio como homicídio qualificado, com agravantes relacionados à ocultação de provas.

O que você precisa saber

  • Vítima: Daiane Alves de Souza, corretora de imóveis

  • Local: Caldas Novas (GO)

  • Investigados presos: Cléber Rosa de Oliveira (síndico) e Maicon Douglas Souza Oliveira (filho)

  • Nova acusação: obstrução da Justiça e destruição de evidências

  • Fato apontado pela polícia: compra de celular para coordenar descarte de provas

  • Situação atual: prisão preventiva mantida e materiais em análise pericial

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