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Sexta-feira, 01 de Maio 2026

Polícia

Enterrou o crime no quintal: homem que matou amante em 2011 é preso no Rio

Após 13 anos foragido, acusado é localizado em Magé; corpo da vítima foi achado em estado avançado de decomposição no quintal da casa dele

Conexão ES Redação
Por Conexão ES Redação
Enterrou o crime no quintal: homem que matou amante em 2011 é preso no Rio
Divulgação / PCERJ.
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MAGÉ (RJ) – Um homem acusado de matar a amante e enterrar o corpo no próprio quintal foi preso neste domingo (29), no município de Magé, na Baixada Fluminense. O crime ocorreu em abril de 2011, em Nova Iguaçu (RJ), e chocou a população pela frieza do autor e pela brutalidade dos fatos.

A prisão foi efetuada por agentes da 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana), após cruzamento de dados e monitoramento. O mandado de prisão preventiva por homicídio qualificado e ocultação de cadáver foi cumprido sem resistência.

Festa, desaparecimento e descoberta macabra

De acordo com a investigação, a vítima havia saído para uma festa de carnaval no Centro de Nova Iguaçu e teria se encontrado com o homem com quem mantinha uma relação extraconjugal. Três dias depois, foi dada como desaparecida. A tragédia veio à tona quando o corpo foi encontrado enterrado no quintal da residência do suspeito.

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A perícia revelou que a mulher havia sido asfixiada até a morte, sem qualquer chance de defesa. O corpo foi localizado em estado avançado de decomposição, o que dificultou a identificação inicial e intensificou a comoção social na época.

Confissão e antecedentes criminais

Durante a operação, os policiais encontraram uma confissão escrita do próprio autor, reforçando os indícios colhidos ao longo da investigação. O homem já possuía uma ficha criminal, com registro de tentativa de homicídio por esfaquear o próprio irmão.

A Polícia Civil confirmou que ele estava sendo monitorado há meses, e a captura foi considerada estratégica para a elucidação definitiva do caso, que permanecia sem solução há mais de uma década.

“São crimes que permanecem vivos na memória da comunidade e que merecem resposta, mesmo após tantos anos”, destacou um dos investigadores responsáveis pelo caso.

O acusado segue à disposição da Justiça, e as autoridades esperam que o desfecho sirva de alívio à família da vítima.

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