Vila Velha/ES - Na manhã desta quarta-feira, 6 de agosto de 2025, foram deflagradas as Operações Brutus e São Sebastião, conduzidas de forma simultânea e, respectivamente, pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/ES) e pela Delegacia de Combate à Corrupção da Polícia Civil do Espírito Santo (DECOR/ES), ambas com apoio da Corregedoria da Guarda Municipal da Serra/ES. As ações têm como objetivo a repressão a atividades criminosas envolvendo integrantes da Guarda Municipal da Serra.
A Operação Brutus, coordenada pela FICCO/ES, teve como alvo um guarda municipal suspeito de desviar drogas apreendidas — sem registrá-las oficialmente — para revendê-las a criminosos pertencentes a facção rival. Foi cumprido um mandado de busca e apreensão, além de um mandado de prisão temporária do investigado.
Durante as diligências, foram apreendidos telefones celulares e armamentos utilizados pelo investigado.
O nome “Brutus” foi escolhido em alusão ao personagem histórico conhecido por trair quem nele confiava. De forma simbólica, a operação retrata a conduta do servidor investigado, pelos elementos colhidos, teria se aliado a traficantes da região, em evidente violação aos deveres inerentes ao cargo público que ocupa. Assim como o Brutus da história, o guarda municipal é suspeito de trair o Estado e colaborar com a organização criminosa que deveria combater.
📌 O que você precisa saber
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Operação Brutus foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (06/08) na Serra/ES.
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Guarda municipal foi preso por suspeita de desviar drogas apreendidas e repassar para facção criminosa.
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FICCO/ES, coordenada pela Polícia Federal, liderou a ação com apoio de órgãos estaduais e municipais.
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A investigação aponta que o agente não registrava as apreensões oficialmente, mantendo vínculo com traficantes.
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A operação recebeu o nome de “Brutus” por representar traição ao dever público.
