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Sexta-feira, 01 de Maio 2026

Polícia

Atlas da Violência: mais de 500 jovens foram assassinados em 2023 no ES

O Espírito Santo registrou 588 homicídios no período, o que equivale a uma média de 1,6 assassinato por dia de pessoas entre 15 e 29 anos.

Conexão ES Redação
Por Conexão ES Redação
Atlas da Violência: mais de 500 jovens foram assassinados em 2023 no ES
Thiago Soares/Folha Vitória
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Espírito Santo perdeu 588 jovens para a violência durante o ano de 2023, o que equivale uma média de 1,6 assassinato por dia de pessoas entre 15 e 29 anos no Estado.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (12), pelo Atlas da Violência, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Já no contexto do Brasil, foi registrado o total de 21.856 mortes de jovens durante o mesmo período, o que significa uma média de 60 assassinatos por dia entre pessoas com 15 a 29 anos.

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Segundo o Atlas da Violência, considerando a série histórica entre 2013 até 2023, foram 312.713 jovens vítimas da violência letal no Brasil. No mesmo período, os homens foram as principais vítimas de homicídio entre jovens, correspondendo a 94% das vítimas.

Amapá e Bahia possuem maiores taxas de mortes

Atlas da Violência também mostra que dois estados se destacam dos demais na morte de jovens: o Amapá e a Bahia. Eles apresentam taxas de 134,5 e 113,7 homicídios por 100 mil jovens.

Esses dados correspondem a mais de 12 vezes a taxa de São Paulo, a UF com menor taxa registrada de letalidade juvenil (10,2), seguida por Santa Catarina (14,3), Distrito Federal (18,7) e Minas Gerais (25,0).

O que é o Atlas da Violência?

O relatório do Atlas, um dos mais completos da área, busca retratar a violência no Brasil principalmente a partir dos dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde.

Esse modo de análise permite ter uma visão mais ampla sobre a violência no País, “desviando” de possíveis subnotificações. Em vez de lançar luz sobre feminicídios registrados, por exemplo, o relatório foca homicídios de mulheres.

FONTE/CRÉDITOS: Folha Vitória

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