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Quinta-feira, 04 de Junho 2026
Geral

Inventário em cartório custa até 54% menos do que na Justiça no Espírito Santo

Procedimento extrajudicial ganha espaço por ser mais rápido, seguro e econômico; reforma tributária pode elevar custos de transmissão de bens a partir de 2026

Conexão ES Redação
Por Conexão ES Redação
Inventário em cartório custa até 54% menos do que na Justiça no Espírito Santo
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Vitória (ES) — O inventário realizado em cartório pode custar até 54% menos do que o processo judicial no Espírito Santo. Além de mais rápido — cerca de 30 dias contra até quatro anos na Justiça —, o modelo extrajudicial vem sendo apontado como o caminho mais vantajoso para famílias que buscam regularizar a partilha de bens antes da entrada em vigor da nova Reforma Tributária, prevista para 2026.

O levantamento, com base nas tabelas de custas judiciais e dos Tabelionatos de Notas do Estado, indica que em todas as faixas patrimoniais acima de R$ 600 mil, o procedimento feito em cartório é mais econômico.
Nos casos de heranças a partir de R$ 2 milhões, por exemplo, a diferença chega a R$ 10 mil, com custo estimado de R$ 18.870,00 na Justiça e R$ 8.673,31 em cartório.

“Fazer a partilha de bens em cartório é prático, seguro e cada vez mais acessível. Com a digitalização e o aumento da tributação sobre o patrimônio, antecipar esse processo garante tranquilidade e economia às famílias”, explica Carolina Romano, diretora de Tabelionato de Notas do Sinoreg-ES (Sindicato dos Notários e Registradores do Espírito Santo).

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Regulamentação amplia alcance e reduz burocracia

O procedimento extrajudicial ganhou força após a Resolução nº 571/2024 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que ampliou as situações em que o inventário pode ser feito fora da Justiça.
Agora, o processo é permitido mesmo em casos com herdeiros menores de idade, testamento válido ou necessidade de venda de bens, desde que haja consenso entre os envolvidos.

Também foi autorizada a nomeação de inventariante por escritura pública, o que centraliza a gestão de documentos e agiliza a tramitação.
Desde a edição da norma, o número de inventários em cartório no Espírito Santo cresceu 22%, passando de 1.214 em 2022 para 1.481 em 2024.

Reforma tributária acende alerta patrimonial

A aprovação da Reforma Tributária no Senado aumenta a atenção das famílias sobre o tema.
Especialistas alertam que a nova tributação sobre heranças e imóveis pode elevar significativamente os custos da transmissão de bens a partir de 2026, estimulando a antecipação de inventários e doações.

Com a combinação de economia direta, agilidade e segurança jurídica, o inventário em cartório se consolida como a alternativa mais eficiente para quem busca planejar a sucessão patrimonial com menor impacto financeiro.


📦 O que você precisa saber

Inventário em cartório: rápido, seguro e até 54% mais barato

💰 Economia comprovada
Em patrimônio acima de R$ 2 milhões, o inventário em cartório custa R$ 8,6 mil, contra R$ 18,8 mil na Justiça — uma diferença de 54%.

⏱️ Tempo de conclusão
Enquanto o processo judicial pode durar até quatro anos, o inventário em cartório é concluído, em média, em 30 dias.

📜 Novas regras (CNJ 571/24)

  • Permite o inventário mesmo com herdeiros menores, testamento ou venda de bens;

  • Autoriza nomeação de inventariante por escritura pública;

  • Exige consenso entre os herdeiros e assistência de advogado.

📈 Crescimento no Estado
Desde 2022, os inventários extrajudiciais aumentaram 22% no Espírito Santo, segundo dados do Sinoreg-ES.

⚠️ Reforma Tributária
Aprovada no Senado, a reforma pode elevar tributos sobre heranças e imóveis a partir de 2026 — antecipar o inventário pode gerar grande economia.

🏛️ Onde fazer
O procedimento é realizado em Tabelionatos de Notas com acompanhamento jurídico e pode ser solicitado presencialmente ou de forma digital.

Procedimento extrajudicial ganha espaço por ser mais rápido, seguro e econômico; reforma tributária pode elevar custos de transmissão de bens a partir de 2026

Por Redação Folha de S.Paulo
Vitória (ES) — O inventário realizado em cartório pode custar até 54% menos do que o processo judicial no Espírito Santo. Além de mais rápido — cerca de 30 dias contra até quatro anos na Justiça —, o modelo extrajudicial vem sendo apontado como o caminho mais vantajoso para famílias que buscam regularizar a partilha de bens antes da entrada em vigor da nova Reforma Tributária, prevista para 2026.

O levantamento, com base nas tabelas de custas judiciais e dos Tabelionatos de Notas do Estado, indica que em todas as faixas patrimoniais acima de R$ 600 mil, o procedimento feito em cartório é mais econômico.
Nos casos de heranças a partir de R$ 2 milhões, por exemplo, a diferença chega a R$ 10 mil, com custo estimado de R$ 18.870,00 na Justiça e R$ 8.673,31 em cartório.

“Fazer a partilha de bens em cartório é prático, seguro e cada vez mais acessível. Com a digitalização e o aumento da tributação sobre o patrimônio, antecipar esse processo garante tranquilidade e economia às famílias”, explica Carolina Romano, diretora de Tabelionato de Notas do Sinoreg-ES (Sindicato dos Notários e Registradores do Espírito Santo).

Regulamentação amplia alcance e reduz burocracia

O procedimento extrajudicial ganhou força após a Resolução nº 571/2024 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que ampliou as situações em que o inventário pode ser feito fora da Justiça.
Agora, o processo é permitido mesmo em casos com herdeiros menores de idade, testamento válido ou necessidade de venda de bens, desde que haja consenso entre os envolvidos.

Também foi autorizada a nomeação de inventariante por escritura pública, o que centraliza a gestão de documentos e agiliza a tramitação.
Desde a edição da norma, o número de inventários em cartório no Espírito Santo cresceu 22%, passando de 1.214 em 2022 para 1.481 em 2024.

Reforma tributária acende alerta patrimonial

A aprovação da Reforma Tributária no Senado aumenta a atenção das famílias sobre o tema.
Especialistas alertam que a nova tributação sobre heranças e imóveis pode elevar significativamente os custos da transmissão de bens a partir de 2026, estimulando a antecipação de inventários e doações.

Com a combinação de economia direta, agilidade e segurança jurídica, o inventário em cartório se consolida como a alternativa mais eficiente para quem busca planejar a sucessão patrimonial com menor impacto financeiro.

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Em patrimônio acima de R$ 2 milhões, o inventário em cartório custa R$ 8,6 mil, contra R$ 18,8 mil na Justiça — uma diferença de 54%.

⏱️ Tempo de conclusão
Enquanto o processo judicial pode durar até quatro anos, o inventário em cartório é concluído, em média, em 30 dias.

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  • Permite o inventário mesmo com herdeiros menores, testamento ou venda de bens;

  • Autoriza nomeação de inventariante por escritura pública;

  • Exige consenso entre os herdeiros e assistência de advogado.

📈 Crescimento no Estado
Desde 2022, os inventários extrajudiciais aumentaram 22% no Espírito Santo, segundo dados do Sinoreg-ES.

⚠️ Reforma Tributária
Aprovada no Senado, a reforma pode elevar tributos sobre heranças e imóveis a partir de 2026 — antecipar o inventário pode gerar grande economia.

🏛️ Onde fazer
O procedimento é realizado em Tabelionatos de Notas com acompanhamento jurídico e pode ser solicitado presencialmente ou de forma digital.

FONTE/CRÉDITOS: Sinoreg/ES

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