A Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim deu início, neste mês, à campanha Agosto Verde Claro, voltada à conscientização, prevenção e combate à leishmaniose. A ação é coordenada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), por meio da Coordenadoria Executiva de Proteção e Bem-Estar Animal, e tem como foco envolver a sociedade na luta contra a doença transmitida pelo mosquito-palha.
Conscientização e prevenção
O programa inclui a divulgação de informações sobre os riscos da leishmaniose, suas formas de transmissão e sintomas. Também orienta a população sobre medidas preventivas, como a utilização de coleiras repelentes em cães, limpeza regular de quintais, aplicação de inseticidas e manejo adequado do ambiente.
Responsabilidade dos tutores
Outro ponto destacado é a importância da responsabilidade dos tutores com seus animais de estimação, especialmente os cães, considerados os principais reservatórios urbanos da doença. A campanha também combate o preconceito contra animais infectados, incentivando o diagnóstico precoce e o tratamento adequado.
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União de esforços
De acordo com a coordenadora executiva de proteção e bem-estar animal, Aline Garcia Barbieri, o objetivo é unir população, profissionais de saúde e poder público para reduzir a incidência da doença.
“O Agosto Verde Claro é uma oportunidade importante para conscientizar a população sobre a leishmaniose e reforçar medidas de prevenção. Queremos envolver toda a comunidade, promovendo cuidado com os animais, saúde pública e respeito ao meio ambiente”, destacou.
Expectativa para os resultados
Com as ações programadas ao longo de agosto, a expectativa é ampliar o alcance das informações, reduzir novos casos da doença e estimular práticas sustentáveis no cuidado com a saúde animal e humana.
📌 O que você precisa saber
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A campanha Agosto Verde Claro ocorre durante todo o mês de agosto em Cachoeiro de Itapemirim.
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A leishmaniose é transmitida pelo mosquito-palha e pode afetar humanos e animais.
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Principais medidas de prevenção: uso de coleiras repelentes em cães, limpeza de quintais e controle ambiental.
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Cães são os principais reservatórios urbanos da doença.
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Diagnóstico precoce e tratamento adequado evitam complicações e combatem o preconceito contra animais infectados.
