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Quarta-feira, 29 de Abril 2026

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Vargem Alta perde Clarinda Altoé

Educadora e referência em Vargem Alta, Clarinda Altoé morre aos 69 anos e deixa um legado de generosidade e amor à família

Cláudio Pazetto
Por Cláudio Pazetto
Vargem Alta perde Clarinda Altoé
Acervo da família
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Vargem Alta despede-se neste domingo (18) de uma mulher cuja vida foi sinônimo de doação. Clarinda Valdino Altoé faleceu pela manhã, aos 69 anos, deixando um legado que se entrelaça com a história da comunidade de Boa Esperança, no distrito de Jaciguá, onde morava e era querida por todos.

Natural de Cachoeiro de Itapemirim, Clarinda construiu sua trajetória em múltiplos papéis: foi bancária, empresária e professora, sempre com o mesmo propósito — servir ao outro com alegria e dedicação. Mas seu papel mais intenso, como define o filho Rodrigo, foi o de mãe. “Ela dedicou 100% da vida aos filhos. Um amor sem fim”, resume.

Clarinda era casada com José Otávio Altoé e deixa três filhos e duas netas, que foram o centro de sua vida e inspiração de sua entrega diária. O carinho com a família era apenas o início. Clarinda também era conhecida por ajudar quem mais precisava — dividia o que tinha e, muitas vezes, entregava seu próprio salário para socorrer pessoas em situação de vulnerabilidade. "Nunca fechava as portas para ninguém", conta Rodrigo. "Se pudesse, entregava tudo que tinha a quem precisava."

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Clarinda, esposo e netas. Foto: Acervo da família

 

Durante sua vida, também se destacou como educadora, deixando sua marca na formação de muitos alunos que hoje carregam seu exemplo como norte. Foi uma mulher de fé, de valores sólidos e um coração generoso, que não media esforços para acolher.

Recentemente, Clarinda foi protagonista de uma mobilização regional por doação de sangue enquanto lutava pela vida na UTI do Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim. A resposta da comunidade, que atendeu ao chamado, foi reflexo da rede de afeto que ela mesma cultivou ao longo dos anos.

“Querida mãe, amada esposa, obrigado por todo o carinho, dedicação e amor com que cuidou de nossa família ao longo de toda a sua vida. Cada segundo foi dedicado a nós e ao nosso crescimento e desenvolvimento. A você, meu amor, o nosso até breve.”
— disse seu filho Rodrigo.

“Ela dedicou 100% da vida aos filhos. Um amor sem fim”. Foto: Acervo da família.

 

O velório acontece neste domingo (18), a partir das 9h, no Salão Comunitário da comunidade de Boa Esperança, no distrito Jaciguá. A celebração será às 14h e o sepultamento está previsto para as 16h.

A história de Clarinda é um lembrete do poder transformador da generosidade, da fé e do amor incondicional. Seu legado permanecerá vivo nas lembranças da família, dos ex-alunos, dos vizinhos e de todos os que foram tocados por sua presença.

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