Revista Conexão

Aguarde, carregando...

Sábado, 02 de Maio 2026

Entretenimento

Virgínia Nova vai ao Rio de Janeiro para reencontrar a história afro-brasileira

Projeto do Governo do ES leva estudantes do ensino médio a vivenciar de perto a memória da diáspora africana na Pequena África, no Rio de Janeiro

Cláudio Pazetto
Por Cláudio Pazetto
Virgínia Nova vai ao Rio de Janeiro para reencontrar a história afro-brasileira
Divulgação
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

 

VIRGÍNIA NOVA (RIO NOVO DO SUL, ES) — Alunos da Escola Estadual Virgínia Nova estão participando, desde esta quarta-feira (26), de uma imersão cultural que percorre séculos da história afro-brasileira. Em dois dias de atividades no Rio de Janeiro, o grupo mergulha em registros, narrativas e marcos arquitetônicos da Pequena África, território que preserva algumas das raízes mais profundas da presença negra no país.

A viagem integra o PROERER — Programa de Educação em Rede, iniciativa do Governo do Espírito Santo que incentiva escolas estaduais a ampliarem as experiências formativas por meio de estudos em campo. A proposta busca aproximar os estudantes de temas históricos e sociais que dificilmente seriam compreendidos apenas no ambiente da sala de aula.

Segundo a direção da escola, todos os alunos do ensino médio serão contemplados ao longo do ciclo, garantindo acesso igualitário à vivência.

Publicidade

Leia Também:

Divulgação
Divulgação

Pequena África: território vivo da memória negra

Ao longo do percurso, os estudantes visitam espaços que revelam capítulos essenciais da formação afro-brasileira: Cais do Valongo, Pedra do Sal, Largo da Prainha, entre outros marcos que registram desde o período escravocrata até manifestações culturais contemporâneas.

A experiência permite observar, diretamente no território, as conexões entre música, religiosidade, culinária, resistência política, linguagens artísticas e ocupação urbana — áreas em que a cultura negra se manifesta de forma intensa e permanente.

Professores relatam que o impacto tem sido imediato: os alunos identificam nos espaços visitados um conjunto de histórias e cicatrizes que ajudam a compreender a complexidade social do país.

Divulgação
Divulgação

Aprender para além da sala: educação que amplia horizontes

A equipe pedagógica destaca que o PROER consolida um modelo de ensino que aproxima teoria e prática. Para os educadores, vivências como essa fortalecem o senso crítico, ampliam a empatia e elevam a compreensão sobre a influência da cultura africana na formação do Brasil.

O diretor Vinicius Scaramussa afirma que o aprendizado envolve dimensões que ultrapassam o conteúdo curricular:

“É uma oportunidade enriquecedora para todos. Eles não apenas estudam a história: caminham por ela, sentem e compreendem as marcas e resistências que construíram o Brasil que conhecemos hoje.”

Divulgação
Divulgação

📌 O que você precisa saber

  • Estudantes da Escola Estadual Virgínia Nova participam de uma imersão de dois dias na Pequena África, no Rio de Janeiro.

  • A ação integra o PROERER, iniciativa do Governo do ES para ampliar experiências formativas.

  • O objetivo é aprofundar o estudo da cultura africana e das relações étnico-raciais no Brasil.

  • Todos os alunos do ensino médio da escola serão contemplados ao longo do projeto.

  • A vivência promove consciência histórica, valorização da identidade afro-brasileira e formação cidadã.

 

Divulgação
Divulgação

 

Comentários:

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
WhatsApp Revista Conexão
Envie sua mensagem, estaremos respondendo assim que possível ; )
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR