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Terça-feira, 12 de Maio 2026

Saúde

ES confirma 45 casos de Febre do Oropouche; veja cidades com mais registros

Segundo a secretaria de estado da Saúde (Sesa-ES), até está segunda-feira (6), nenhuma morte pela doença foi registrada no Espírito Santo.

Conexão ES Redação
Por Conexão ES Redação
ES confirma 45 casos de Febre do Oropouche; veja cidades com mais registros
Reprodução/Freepik
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A Secretaria da Saúde do Espírito Santo (Sesa) atualizou nesta segunda-feira (6) os números da Febre da Oropouche no estado. Ao todo, 45 amostras de pacientes analisadas pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Espírito Santo (Lacen-ES) positivaram para a doença. Nenhuma morte foi registrada.

Colatina, localizado na Região Noroeste segue como o município com o maior número de casos: 20 até o momento. Rio Bananal, com 7 casos, Laranja da Terra e São Gabriel da Palha com 5 cada um ocupam a terceira colocação. 

Veja lista das cidades que registraram casos da doença

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Leia Também:

- Colatina: 20

- Ibiraçu: 02

- Laranja da Terra: 05

- Rio Bananal: 07

- São Gabriel da Palha: 05

- Sooretama: 02

- Vila Valério: 02

- Vitória: 02

 

A Febre do Oropouche, segundo a Sesa,  é causada por um arbovírus, ou seja, vírus transmitido por artrópodes. Trata-se de um inseto bem pequeno, de um a três milímetros, popularmente conhecido como "maruim" ou "mosquito pólvora".

SINTOMAS

A atenção para os sintomas da doença precisam ser redobrados, uma vez que os sinais podem ser parecidos com outras arboviroses, como dengue, chikungunya e febre amarela. 

Febre de início súbito;
Cefaleia (dor de cabeça);
Mialgia (dor muscular);
* Artralgia (dor articular).
Tontura;
Dor retro-ocular;
Calafrios;
Fotofobia;
Náuseas;
* Vômitos.

PREVENÇÃO

Para evitar a doença é fundamental afastar o mosquito, vetor da febre. Retire o excesso de matéria orgânica dos jardins e áreas externas, mantenha terrenos baldios livre de matos, abrigos de animais (aves, suínos, bovinos e outros) devem permanecer sempre limpos.

O uso de repelentes e roupas compridas pode ajudar a diminuir as picadas. Já as telas em portas e janelas, como barreiras físicas, recomendados em alguns casos, não surtem muito efeito devido.

Como os mosquitos são muito pequenos, essas telas precisam ter uma gramatura muito pequena, e esse fato acaba por reduzir a circulação de ar dentro dos imóveis.

FONTE/CRÉDITOS: Folha Vitória

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