REBOUÇAS (PR) — A volta do engenheiro agrônomo Fernando Wasik à propriedade da família, em Rebouças, no Paraná, marcou uma mudança no manejo das lavouras conduzidas há mais de três décadas pelo pai, Luiz Fernando Wasik. Na safra 2025/26, a área alcançou 130 sacas de soja por hectare, maior produtividade já registrada pela família.
O resultado foi obtido mesmo após um período de estiagem entre dezembro e janeiro, durante fases importantes para o florescimento e o enchimento dos grãos. Com a marca, Fernando ficou na 11ª colocação nacional entre mais de 3.200 produtores avaliados pelo Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB).
A propriedade também cultiva milho e feijão.
Retorno do filho mudou rotina da propriedade
Fernando cresceu acompanhando o trabalho do pai na agricultura. Depois de se formar em Agronomia e adquirir experiência profissional fora da propriedade, decidiu retornar ao negócio familiar.
“Eu sempre fui apaixonado pela agricultura por causa do meu pai. Quando retornei para a fazenda, trouxe novas experiências que nos ajudaram a sair de um ponto de estagnação. Hoje estamos alcançando patamares de produção que nunca imaginávamos”, afirma.
Para Luiz Fernando, o retorno representou a continuidade da atividade familiar e abriu espaço para mudanças na condução das lavouras.
“Quando ele saiu para trabalhar fora, eu pensava que seria bom ter um companheiro para dividir o serviço. Naquela época, nossa produtividade não saía da mesma média”, relata.
A partir da atuação conjunta, pai e filho passaram a aperfeiçoar o manejo, com maior atenção à nutrição foliar e às estratégias para reduzir os efeitos de situações de estresse sobre as plantas.
Estiagem colocou manejo à prova
Um dos principais desafios da safra 2025/26 ocorreu entre dezembro e janeiro. A estiagem atingiu a lavoura durante um período considerado crítico para o desenvolvimento da soja.
Segundo a família, o trabalho começou pelo manejo do solo e foi complementado por estratégias nutricionais e fisiológicas. A propriedade utiliza produtos da BRANDT Brasil, entre eles SeedFlow Nutra, BRANDT Plant Start e BRANDT Smart Quatro Plus.
“Precisamos fazer o básico bem feito, começando pelo solo, mas também contar com soluções que ajudam a proteger o potencial da lavoura nos momentos críticos. Na última safra, o grande desafio foi a seca, mas conseguimos superar o teto histórico da fazenda”, diz Fernando.
A propriedade também participa do Programa BRANDT Recordistas, iniciativa que oferece acompanhamento técnico aos produtores durante a safra.
Para Wladimir Chaga, presidente da BRANDT Brasil, a combinação entre conhecimento acumulado no campo e incorporação de novas práticas faz parte do processo de evolução da produção.
“Nosso propósito é caminhar ao lado do produtor rural, oferecendo tecnologia e suporte técnico para que tradição e inovação trabalhem juntas e contribuam para uma agricultura cada vez mais eficiente e sustentável”, afirma.
Sucessão combina experiência e novas técnicas
A trajetória dos Wasik exemplifica um dos desafios recorrentes das propriedades familiares: transferir a atividade entre gerações sem perder o conhecimento acumulado e, ao mesmo tempo, incorporar novas técnicas de produção.
No caso da família paranaense, a experiência de mais de 30 anos de Luiz Fernando passou a dividir espaço com a formação agronômica e a experiência profissional do filho.
Na safra mais recente, essa combinação resultou no melhor desempenho já alcançado pela propriedade na soja, com 130 sacas por hectare, apesar das condições climáticas adversas enfrentadas durante o ciclo.
O que você precisa saber
A propriedade da família Wasik fica em Rebouças (PR) e cultiva soja, milho e feijão. Na safra 2025/26, atingiu 130 sacas de soja por hectare, recorde da propriedade. O resultado colocou Fernando Wasik na 11ª posição nacional, entre mais de 3.200 produtores avaliados pelo Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, do CESB.

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